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Do mal o menos

sexta-feira, janeiro 14, 2005

Parecer ser 



"Parecer o que se é, é um crime; parecer o que não se é, um sucesso"
Girardin, (Madame Emile)

Ao nos reinventarmos, esperando ter mais sucesso, se falharmos ficaremos com um sentimento de fracasso redobrado. Primeiro porque falhámos, segundo porque não fomos nós.
A duvida de como teria sido se tivessemos agido naturalmente acompanhar-nos-á sobre a forma de culpa

Opto por SER.



Comments:
optar pela autenticidade é a melhor aposta ainda que (e também porque) pouco valorizada e encorajada nos tempos que correm. apostar no que somos é das poucas coisas que fazem sentido seja como for. desafio, crescimento, ambição.

cruzar-nos-emos uma dessas noites de deriva ao volante sem saber? o mar por aí é sempre gigante!

beijos.
 
Temos que ser nós próprios...autênticos e genuínos...e arcarmos com as consequências dos nossos actos. Beijos
 
Eu escolho SER. Essa tb já aprendi. Beijinho e bom fim de semana...
 
A aparência é um castelo de areia. Basta uma brisa mais forte para a derrubar. Ser efectivamente nós próprios, isso sim, é um verdadeiro sucesso.
 
{ ...

para a frase de : Girardin, (Madame Emile)

a reconheço como hipocrisia pura [a tal que nos confrontamos no dia a dia com quem nos relacionamos]
© in[culto]

de[mências].hipocrisia

fermenta de farto

num fundo de dolo gerado, cansado
de impostura ando, esgotado, fero
neste engolir, afectação e falsidade
engano, molestar de punho e peito
forçando dolo que derrama em alma
cansado e esgotado ando, corrói
no peito fero gerado, farto e causa
demais em falso fardo, demasiado
fermenta errado, fingido, perdura
© de[mente]

para as tuas palavras:

mostra-te (mesmo que não gostes)

passo o tempo a cravar espaços meus para ti (eu), escrevo sem folgo, escrevo se me apetece, escrevo mesmo que não gostes… vou apunhalar-te (a mim) pelas costas mesmo que não sintas, mas (a ti; a mim) digo… levando eu aos ventos, intenção minha, vou escrever de ti (para mim), não de mim. neste teu elemento simples, supostamente consistente, escondido, andas tu (eu) a encobrir, ocultar a tua (minha) fragilidade, fraqueza, (que) não escreves mas sentes. tu (eu) que de possante e aparente força vives, ofereces a resistência a cada dia que envelheces (que passa), e nem sempre desejas fazer partilha, dessa fraqueza de encobrir e sentir. Venho eu aqui, propor uma coisa para que seja aceite, escreveres(-te) em/sobre (tua; minha) fragilidade, imperfeição, dos teus defeitos, escrever sim sobre aquilo que resulta sempre a medo. Caso não o faças, e em tom ameaçador o digo, vou rasgar-te (-me) as entranhas até que o digas. que medo tens tu de ser simples e que digas a verdade a outros (que/quem és tu)… olha-me nos olhos e escreve, mostra-te mesmo que não gostes.
© pipetobacco

beijos*

... }
 
Sempre o ser... porque as máscaras sempre caem e no fim nunca resta nada com sinceridade e sentido.
 
Depois de ler o comentário do pipetobacco, calo-me. Já não tenho nada para dizer.
Beijos;)
 
aprendi a optar por ser..., mas noutra época as circunstãncias levaram-me a parecer ser e a um vazio em que mergulhei. A vida por vezes é díficil, mas não há nada como sermos nós mesmos em todos os aspectos
 
opto por Ser :)
 
Ai, assim vistas as coisas...também opto por ser...que diabo! Jinho, BS
 
Mais vale o Ser que o Parecer.
 
Optarei sempre por SER... nem saberia ser de outro modo!
pandora
 
Quero te responder,à tua pergunta e não sei onde fazê-lo.
Não é private joke não. São sms reais. Talentos escondidos! Beijinhos
 
Não me dou bem com os "ses". Sempre preferi a certeza de um "não" á incerteza de um "se". Optas bem! Sim, optas bem!
 
Querida amiga, porque não há-de ser natural alterar.. ou mudar, se quiseres, para esperar atingir um determinado objectivo?!
Se falhar, não devo sentir culpa, antes a satisfação de ter tentado!Jito :)
 
Eu sempre fui eu mesma....sincera, frontal, genuína.....quem não gosta não come.....felizmente nunca me dei mal......
 
To Be or not to Be... Bj
 
Pois é, a culpa é farpa espetada que dói.
Mas a questão poder-se-à apresentar doutra forma: todo o "fracasso" é um degrau transposto para o "sucesso". Quer dizer que não há fracassos, porque tudo é necessário para a evolução; e não há sucessos, porque eles só existem no relativo. A não ser que consideremos sucessos os momentos, todos os momentos, que compõem o puzzle da nossa existência...
O inconfidente é mais pragmático. Mas eu voto no SER! Sempre no ser!!!
 
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