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Do mal o menos

sábado, abril 30, 2005

Sahara 



Eu juro que o filme tinha uma historia qualquer...





Só não me estou a lembrar bem qual.



Matthew McConaughey

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sexta-feira, abril 29, 2005

Ontem estive no BBC 



Ontem saí à noite- coisa rara- vos garanto. Fui até o Belem Bar Café. Estava-se bem mas a frequencia era maioritariamente masculina [ansiosa]. I.e. não eram homens que ali estavam mas autenticos radares.
Que tristeza! Os dias que correm assustam-me, sinceramente!


A ouvir:
"Supperclub presents Nomads" - Various

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quarta-feira, abril 27, 2005

Não há homens disponiveis!? 



- Os homens só deixam quem estão quando têm alguém em vista, nunca ficam sozinhos. Dizia-me uma amiga.
Logo nenhum está disponível, acrescentei.

Se estão comprometidos não se empenham totalmente na aproximação, até porque nem sabem se querem a mudança ou não.
Avançam, recuam. Nem sempre estão presentes. Querem mas não podem sempre. Num dia as certezas, no outro as duvidas. Escasseiam os contactos para não haver total aproximação.
Tornando, por isso, pouco viável algum resultado.

O que fazer?

Fingir que não nos apercebemos que ele tem alguém e arriscar sozinha, sem garante de sermos correspondidas?

Ou não arriscarmos e esperar pela comunhão de interesses e atitudes?

Eu opto pela segunda hipótese, mas como já chegámos à conclusão que nenhum está disponível, esta igualdade de circunstâncias nunca acontecerá.

E novamente pergunto, o que fazer?

E ainda… Se por acaso surgir a recíproca disponibilidade, ainda teremos que ter a sorte de gostarmos de quem [ali] está.

Uff… já estou cansada…

HEEEEEEELP!!!!

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segunda-feira, abril 25, 2005



Seal ontem no pavilhão atlantico foi a confirmação de um artista possuidor de uma voz genuina e de grande qualidade. Foi pena ser acustico [un plug], não teve a eletronica que tanto gostamos e esperávamos ouvir.

Lembram-se de "Crazy"? Foi assim que ouvimos:


Não deixou de ser um concerto de excelente qualidade, apenas o vi/ ouvi sentada em vez de aos saltos.

Visitem-no aqui e conheçam as suas duas versões.


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Toranja 




A confirmação de uma grande banda portuguesa.
Ontem conquistaram o pavilhão atlântico... e eu estava lá. Graças a Deus!

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sábado, abril 23, 2005

TOP 5 



Rodrigo Leão, "Alma Mater"


Esta musica faz sem duvida parte das minhas top 5 favoritas.

Amo-a! simplesmente.


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quinta-feira, abril 21, 2005

Ramo de flores 



Deixaram no meu porteiro um ramo de flores sem assinatura e com numero de telefone.

Ligo ou não ligo?

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domingo, abril 17, 2005

Fase do deja vu 



Devo estar a passar uma fase de DEJA VU.
A fase do deja vu é a fase pela qual passamos em que nos surgem pessoas do passado para podermos arruma-las.
I.e. estas fases servem para que cheguemos à conclusão que por indisponibilidade, insegurança, estupidez natural... um dia não concretizamos a oportunidade que nos surgiu e estas não se repetem.
Estas fases servem como que para nos dar lições de atitudes erradas e por isso são fases de aprendizagem.

Tenho essa nítida consciência!

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quinta-feira, abril 14, 2005

No gira- discos: 

The Cosmic Game - Thievery Corporation




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domingo, abril 10, 2005

Paixão, paixãããão... 



Tudo, só vale a pena ser vivido com paixão e envolvimento. Não consigo só gostar muito. Do morno. Nunca me interesso de uma forma tranquila e amena, nada disso: ou não gosto ou estou loucamente apaixonada. Infelizmente apaixono-me muitas vezes e amo raramente. Só aquele nó no estômago justifica o que merece ser vivido. E para mim, será sempre indicio para viver uma paixão. Dure o que durar.

É muito difícil encontrar o "balance" com alguém porque as pessoas têm tendência para conter o seu envolvimento [inicial] por julgarem sinonimo de maior compromisso. Quando apenas tem a ver com a intensidade com que as coisas são vividas.

That's all.

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terça-feira, abril 05, 2005

Quando o umbigo fala mais alto do que o coração II 




A satisfação dos nossos interesses e o querer concretizar o que imaginamos como ideal, ofusca-nos.
Facilmente substituímos o nosso coração pela razão, desvalorizando os nossos sentimentos; ou melhor, guardando-os no baú do esquecimento. Baú este, muito traiçoeiro porque ao arrumar impede-nos de ajuizar, reflectir e decidir, apenas esquecemos, o que é bem mais facil.

E seguimos em frente com a certeza de que vamos encontrar o que queremos, ignorando os gritos vindos do nosso coração- descartando-o, como se a sua importância- de repente- fosse nenhuma.

E assim, levianamente, substituimos a certeza de um amor pela possibilidade de encontrar alguém compativel com o nosso umbigo.

É esta percepção do tremendo erro por mim cometido e impotencia face a ele que me tem acompanhado nestes meus dias de dor. Daqui ao desespero é um passo.

Tem sido uma aprendizagem- de facto- mas para o futuro... onde já não mora nada daquilo que eu quero.


- E AGORA!?

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domingo, abril 03, 2005

Eu estou bem, juro  



Sinto-me melhor.

Já não penso tanto sobre se não chovesse fazia sol. E no que poderia ter feito para que não tivesse chovido e fosse sol eternamente.

Voltei à minha vida "normal" i.e, não acordo, como e durmo apenas. Embora ainda tudo em meu redor me pareça um cenário de um filme [no qual eu assisto em vez de participar].

Distraio-me com os amigos e penso em fazer coisas novas. Embora o meu coração continue a sangrar.

Aceitei o inevitável e que a vida tem que continuar.

Estejam descansados. Eu estou bem.

(Afinal não é o que todos querem ouvir!?)

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sexta-feira, abril 01, 2005

Há um ano 

Antes como Equilíbrio instável. Agora como Do mal o menos. Trintapermanente fez um ano na blogosfera no passado dia 13.

Publico aqui o primeiro post:

"O medo"

O medo provoca abatimento e paralisia. Adquirimo-lo com a experiência de vida, obstruindo a nossa evolução. Vamos criando moldes, que se vão apertando cada vez mais, deixando cada vez menos espaço para alguma coisa lá se encaixar. Mas vivemos orgulhosamente felizes por possuirmos o conhecimento de um rol de situações a evitar por as prevermos desagradáveis.

Evitamos a infelicidade mas igualmente a oportunidade de sermos felizes.

Temos que nos libertar destas "velhas atitudes" que tomamos como verdades absolutas e que usamos para nos escudar, sair da zona de conforto e tomar as rédeas.
Deixarmo-nos levar e confiar no que a vida nos reserva, mesmo não sabendo o que nos espera.
Aprender, sim, com a experiência de vida, a lidar com o que nos surge em vez de como evita-lo.
Movermo-nos para lá dos medos e depois partir para uma melhor forma de agir e pensar.

Arriscar. Nunca evitar!

Postado por trintapermanente a 13 de Março de 2004

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