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Do mal o menos

quarta-feira, junho 29, 2005

Meeting points 

Sugestões:

[Para além dos tradicionais bares e discotecas]

. Qualquer hipermercado à 6ª feira à hora do jantar.

. Livrarias e discotecas, se na cidade, ao fim do dia. Se na área habitacional à noite.

. Qualquer local onde se pratique desporto ao ar livre sábado ao fim do dia e domingo de manhã.

. Ginásios à 6ª feira à noite e ao fim de semana.

. Museus à hora do almoço e ao fim do dia.

Quem tiver mais sugestões, be my guest…

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domingo, junho 26, 2005

Solidão 



Se conhecermos o que esta por trás da maior parte das pessoas de hoje, chegamos a conclusão que sofrem de solidão [a angustiante sensação de estar só e desamparado].
Há vários tipos de solidão.
A solidão com amigos que já nada têm a ver connosco e como tal já não nos acompanham em nada.
A solidão sem amigos porque outrora dedicámo-nos a alguém ou algo e esquecemo-nos de quem nos rodeava.
A solidão solitária de não termos ninguém ao nosso lado para amar e ser amado.
A solidão acompanhada de não amarmos e de não sermos amados por quem escolhemos ter ao nosso lado.
A solidão involuntária que o destino nos impõe, para que revejamos a nossa vida.
A solidão do vazio deixado por quem já não volta.

Nos dias de hoje o normal é as amizades por telemóvel; os mails sem conteúdo; as conversas com estranhos na net; ter as estantes repletas de livros com visões do mundo e pensamentos que de tão positivos tornam-se utópicos e impraticáveis, aumentando assim a frustração que já tínhamos antes de os ler.

As outrora simples idas ao supermercado, museus, discotecas, bibliotecas, ginasios e outros lugares públicos, tornaram-se meios de conhecimento. Procura-se desesperadamente situações "casuais" [que pareçam o mais normal possível] por considerarmos bizarra a abordagem a/por estranhos sem um "motivo justificável". Mas, ironicamente, enfiamo-nos em salas de chat, legitimando este tipo de conhecimento.

Cada vez mais fazemos parte dum mundo isolado, repleto de interesses só nossos. Onde só contamos connosco. Sem ninguém com quem partilhar e gozar aquilo que verdadeiramente gostamos. Sem ninguém que nos aprecie.

São poucos, aqueles que vivem a vida como querem e com quem querem.

Com o passar do tempo vamos tendo tendência para nos resignar e conformar com o que temos, não nos interrogando se somos felizes. Temos medo de estar sozinhos, o fracasso incomoda-nos e não acreditamos que um recomeço possa trazer algo de novo e/ou diferente.

Por isso não esquecer de apregoar aos sete ventos de que a nossa vida é muito gira e de que somos muito felizes. Estar sempre de bom humor. E nunca dizer o que realmente se sente.

Há por aí muita solidão encapotada.

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quarta-feira, junho 22, 2005

Amor de mãe 




O egoísmo maternal aliado [por vezes] à obsessão de super protecção é muito penalizante para os filhos. Daqui resultam problemas de auto afirmação graves, tais como: timidez, egocentrismo, frustrações varias, problemas de decisão, dificuldade em ultrapassar obstaculos e perceber o valor das coisas, amadurecimento tardio ou inexistente, e/ ou homossexualidade.


Atenção mães!
Nem todo o "amor de mãe" é bom.

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terça-feira, junho 21, 2005

No dia 14 de Junho terias feito 27 anos 

My mind is full bursting over
With all this things I can’t remember
Every little single memory reminds me of you
My eyes were weary with all this tears
You left your shadow in my dreams
All my doubts seem to disappear when you came along
Flowers melting up into the sky
Hear my heart where our love colides
We hear the songs we found in the time we lost our way
From without words cannot describe
What caused the stars to fall deep inside?
Every little memory reminds me of you
Our days are gone lost forever
Reflecting light glistening under wather
Naturally this could be everything that seems so unreal
Flowers melting up into the sky
Hear my heart where our love colides
We hear the songs we found in the time we lost our way
Gentle memories replace our tears
All love we had is still right here
We hear the songs we found in the time we lost our way…

Thievery Corporation, The Cosmic Game
"The time we lost our way"

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quinta-feira, junho 09, 2005

Vou de férias 



Desta vez vou para o campo.


Deixo-vos Aimee Mann, "Wise up". Inté...



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Ontem à meia-noite e meia [mais ou menos], tocou o telemovel. Assim que atendi desligaram. Fui ver quem era, numero privado.

Vem aí tempestade...

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terça-feira, junho 07, 2005

Qual o momento, em que se sabe, que já não amamos alguém? 



muitas vezes saturamo-nos, embirramos, descobrimos defeitos e incompatibilidades mas quando é que chegamos à conclusão que já não é amor? todas as sensações negativas que mencionei e que não mencionei podem enganar e levam-nos a tomar decisões de modo a terminar com o desconforto que elas provocam e alcançar o alivio. normalmente "cortando o mal pela raiz". só mais tarde vem-nos a angústia da perda e a sensação que o amor afinal ainda morava no nosso coração. e depois, too late...

Inspirada aqui

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segunda-feira, junho 06, 2005

IN AND OUT 



IN;
desejar o que se quer
querer o que se deseja

OUT;
desejar o que não se quer
querer o que não se deseja

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sexta-feira, junho 03, 2005

Onde tu e eu somos UNO 






Fotos de Jennifer Shaw

"A revelação acontece por si mesma e não por um qualquer esforço mental. E ninguém poderá explicar porque é que acredita naquilo que acredita."
Maria José Costa Felix

A ouvir: Cocteau Twins


quinta-feira, junho 02, 2005

Ask no questions get no lies

Li algures...

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