<$BlogRSDURL$>

Do mal o menos

domingo, julho 31, 2005

Na parede: 

Terry Rodgers is an internationally recognized artist who has worked and lived in Massachusetts, Washington, DC, and Ohio.



Rodgers is an accomplished painter with a striking mastery of light and transitions as is evidenced by his current body of work. This work focuses on the life of upper middle class Americans, seemingly adrift in affluence and casualness, unsatisfied and disconnected. Nonetheless, Rodgers's work remains firmly rooted in life class drawing, necessitating the use of, and contact with, human models. Rodgers asks friends, acquaintances, professional models, and, sometimes, total strangers, to pose for him in a photography session. He then builds a scenario in a painting by pulling together elements from a wide array of photographs.


















The resulting images are not snapshots or slices of life, not verite records of actual moments in actual families or party situations, or diaristic records of his family life, but carefully constructed and composited fictions, designed to elicit the most meaning and sustain the maximum amount of ambiguity.

Site oficial



a ouvir: nouvelle vague - "too drunk to fuck" [daqui]

(23) comments

sexta-feira, julho 29, 2005

Gostam? 



É a minha recente aquisição. Um quadro com a minha foto.
Como podem fazer também?

É facil, visitem este site:



O novo projecto dos Azenhas.

(21) comments

quarta-feira, julho 27, 2005

Brasileirices 



O mercado da estética está impregnado de brasileiras. E isso já se reflecte no quotidiano das portuguesas. São muito simpáticas, amigas e sabem sempre o que é melhor para nós; –"Pra ficá linda".
Na area da depilação são bem arrojadas, perguntando sempre;- "Então hoje como vai sê? Com preconceito ou sem preconceito?" Acho imensa graça!
Foram elas que introduziram musica, meia-luz, incenso e energia nas massagens; i.e. depois duma massagem "de rêlaxi tem sempri Reiki".
Também é por causa delas que apareceram as tattoos. Possuidoras de lindíssimas tattos, sempre em grande sintonia com os sítios onde estão colocadas, influenciaram o gosto das portuguesas.
São leves, bem dispostas e com óptimo astral. Saímos nos seus gabinetes sempre com a certeza de sermos "as mai lindas" e "si bobiar somo merrmo".

Dedico este post à minha esteticista brasileira Marcia

(15) comments

segunda-feira, julho 25, 2005

yoga addict 









(10) comments

sexta-feira, julho 22, 2005

Amo-te meco 




Para os amantes do Meco, este é mais do que um simples local de praia e boa mesa. O Meco tem uma mística. Um regresso à simplicidade. Um óptimo carregador de baterias para a vida de cidade.

[E nestes últimos dias tem estado uma maravilha. Sem vento, mar calmo, muito sol…]

6ª Feira, ligo a reservar mesa para jantar e lá vou eu… para o Meco.

No dia seguinte, de manhã tomo o pequeno almoço no café da vila e sigo para a praia. À hora do almoço, tenho duas hipóteses ou fico no bar da praia, esparralhada nos almofadões e redes por baixo dum qualquer chapéu de sol. Ou subo até casa, onde como a minha broa de milho, o meu queijo de ovelha e as minha fruta e esparralho-me no terraço.
Ao fim da tarde volto para perto do mar. O sol já não tão intenso convida a um camisolão, um livro e quiçá à meditação.
Pouco antes do sol se pôr dirijo-me muitas vezes a outra praia, onde sentada numa esplanada na falésia, na companhia dum chouriço assado assisto ao pôr do sol.
Se estiver acompanhada com amigos, salto o chouriço e após a praia passamos por casa para uns aperitivos antes do jantar. A oferta de restaurantes é vastíssima. Mas aqui vai o meu conselho; -“O Pinhal”, óptima concha de marisco e feijoada de marisco. Os doces então, meu Deus!!! Muito IN ao fim do dia após a praia.- "Come nu Meco", o mais recente. Ambiente moderno e agradável, não tascoso, com cozinha de fusão e alguns pratos vegetarianos. Aconselho a marcar mesa.- “Bar do Peixe” excelente no peixe e no ambiente. Uma autentica feira de vaidades.- “Domingos” o mais típico. Conhecido por termos que nos servir e pelos berros do Sr Domingos a impingir as doses de marisco que vão saindo da cozinha.- "Mequinhos" conhecido pelas entradinhas nos tachinhos de barrinho, é tão engrançadinho.- "Antonio do Meco", cozinha simplesmente divinal. And so on..
After-hours, “Amo-te Meco” e “Bar do Peixe”, este restaurante transforma-se em bar-discoteca depois do jantar. Tem o bom gosto de acender umas tochas na praia.

Mas o Meco também é campo, por isso não prescindo das minhas caminhadas.

As pessoas que escolhem o Meco para viver ou semi-viver, têm muito boa onda, e uma maneira de estar na vida muito natural ;-)

Amo-te Meco

(25) comments

quinta-feira, julho 21, 2005

A pedido de varias familias... 


... aqui está a minha foto.



Thanks Andre...

terça-feira, julho 19, 2005

Quando amor rima com manipulador 



Manipular equivale a manejar. De per si, somente os objectos são susceptíveis de manejo. Posso utilizar uma esferográfica para minhas finalidades, guardá-la, trocá-la, descartá-la. Estou no meu direito, porque se trata de um objecto. Manipular é tratar uma pessoa ou grupo de pessoas como se fossem objectos, a fim de dominá-los facilmente. Essa forma de tratamento significa um rebaixamento, um aviltamento.

Esta redução ilegítima das pessoas a objectos é a meta do manipulador.
Implica tratar uma pessoa de uma forma que a rebaixa de condição. Esse rebaixamento pode realizar-se através da crueldade ou através da ternura erótica.
Reduzir uma pessoa à condição de objecto para dominá-la sem restrições.
Sendo tratada como mero objecto, esta acaba por se considerar inferior, deixando-se reduzir à insignificância que o manipulador pretende.
Já a carícia erótica reduz a pessoa ao corpo, a mero objecto de prazer. É redutora, e, nessa mesma medida, sádica, ainda que pareça terna.

Podemos compreender, assim, o que é o uso perverso do erotismo.

Consiste em isolar a sexualidade para obter uma recompensa passageira, destrói o amor na raiz, privando-o de seu sentido pleno e de sua identidade. Por isso é violento ainda que pareça cordial e terno.
Exerço a sexualidade isolada, porque interessa a meus próprios fins, e prescindo da amizade. Na realidade, não amo a outra pessoa; desejo o prazer que me é dado por algumas de suas qualidades. Deixo também de lado a expansão comunitária do amor. Não presto atenção à vida de família que o amor está chamado a promover. Recolho-me à solidão de meus proveitos imediatos. Por isso reduzo a outra pessoa a mera fonte de satisfações para mim.

O amor erótico dos sedutores do tipo Dom Juan é possessivo, e na mesma medida une-se ao engodo e à violência. Dom Juan se comprazia em burlar as vítimas de seus enganos e resolver as situações comprometedoras com o manejo eficaz da espada. Esta violência inata, muitas vezes encapotada pelo amor erótico explica como se pode passar sem solução de continuidade de situações de máxima "ternura" aparente a outras de extrema violência. Na realidade, aí não há ternura, mas sim redução de uma pessoa a objecto.

"Ternura" e agressividade caminham de mãos dadas, nestas situações. Ternura apenas aparente, como meio para atingir um fim. Agressividade, porque não estamos a lidar com o gostar.

Rebaixar uma pessoa do nível que lhe corresponde é uma forma de manipulação. Essa redução desconsiderada é violenta e sádica.

A principal tarefa dos manipuladores consiste em ocultar a violência sob o véu sedutor.

(20) comments

sábado, julho 16, 2005

Tou toda babada 





Espreitem aqui o 2º post do dia 10 de Julho.

João, um chuac enorme para ti e já agora estas flores são para ti..

(12) comments

sexta-feira, julho 15, 2005

A bombar 


(4) comments

quarta-feira, julho 13, 2005

É já no sabado 

Jantar do 1º aniversario doFRATERNIDADE



Conta comigo, fraterno amigo!

(3) comments

segunda-feira, julho 11, 2005

Casamento!? 



O Patrick, baseado no Zuco publicou um post a meu ver muito realista sobre as relações light e serias. A chegada desfasada do momento: - vamos casar? na relação e a consequente atitude da mulher e do homem.
Ele desenvolve a seguinte, interessante, analise.

"Nas relações light (...)a palavra de ordem é prazer ao máximo e vivência a dois reduzida ao mínimo. Será um reflexo da nossa sociedade de consumo?
Se assim for, penso que a coisa fica justificada e tudo não passa de uma busca da “marca” ideal, para assim, nos fidelizarmos nela. Mas entretanto, nada como ir provando as novidades que o mercado nos oferece.

Mas neste momento surge a minha dúvida. Será que as relações “light” e as relações ditas mais sérias são assim tão diferentes. Senão vejamos, qual foi o homem que não passou pelas seguintes situações ou algo similar, numa das suas relações mais serias:

- O ultimato – “ Namoramos há X anos ou casamos ou acabou-se tudo”
- O aviso – “ só pensas nos teus amigos…em sair…quando começas a pensar em comprar uma casa para nos juntarmos?”
- A planificação unilateral – “ quero casar dentro de um ano e ter um filho dois anos depois de casar”

Claro que existem mais situações, mas o que interessa aqui, é que todas estas situações são levantadas pelas mulheres. São elas que nos vão empurrando para a beira do abismo, onde só existem duas soluções, ou a morte libertadora (saltar) ou a morte lenta (casar). Eu digo, apesar das vertigens, a queda livre continua a ser um desporto sem igual.

Agora as mulheres que me expliquem, como podem ter a lata de dizerem que só fazem as coisas quando vos apetece, quando os homens têm de fazer obrigatoriamente tudo o que vocês querem no timming definido por vocês, caso contrario, todo o vosso amor evapora-se mais rapidamente que uma gota d’água num deserto.
É que não consigo entender como alguém pode dizer “ amo-te muito” num momento e passados uns dias, diz algo do género “…a nossa relação acabou porque tu nunca mais quiseste ir ver casas, nunca mais mostraste interesse em casar…”.
Será que o sucesso de uma relação está dependente da existência de um casamento? Quem diz casamento…diz outra coisa qualquer."


Infelizmente tive de concordar com ele. Mas como não podia deixar de ser salvaguardo aqui a posição da mulher.

PRIMEIRO; o que distingue as relações light das serias é a conversa, a ansiedade, o medo. Se deixarmos a relação fluir naturalmente esta tomará o seu rumo ou não. É utópico definir o que se quer logo à partida. Nem se pode definir logo uma relação como light com medo de envolvimentos maiores [atitude tipicamente masculina]; nem se pode querer garantir à partida que aquela situação evolua necessariamente para outro patamar [atitude tipicamente feminina].
SEGUNDO; é natural que quando haja conhecimento, empatia, harmonia, intimidade e amor, quem seja maduro, queira evoluir para uma relação mais estruturada e madura.

As mulheres têm a tendência para pensar que se está tudo bem e não querem casar, então é porque só querem ir para a cama com elas. E isso provoca-lhes tanta repulsa como aos homens a situação inversa. Pensam imediatamente, que um dia aparecerá outra por quem eles se apaixonarão e aí já quererão construir uma vida em comum.

Não deixo, no entanto, de dar razão ao Patrick quanto aos ultimatos. Não levam a lado nenhum, a não ser levar o outro a tomar a atitude contraria. Penso que a pretensão das mulheres com estes ultimatos é apenas de terminar a situação, levando o outro a pensar que ele é que não quis. Saiem airosamente, isentando-se de culpas com a certeza que o outro nunca mais as irá chatear. Ninguém quererá ou gostará que o seu parceiro tome alguma atitude obrigado. Porque será perseguida pelo fantasma da eminente perda ou infidelidade, visto saber que a decisão não foi tomada de livre vontade. [mas sinceramente acho que posso estar enganada].

Ou seja, não querer casar é sinonimo de desamor ou de incerteza de amar o suficiente. Estes desfazamentos de timming, envolvimento, quereres e amores são muito dificeis de ultrapassar. Causam muito mau estar, conflitos e má vivência. É fácil perceber pelas atitudes e posturas que o outro não está na mesma onda. E aí terá que se gerir o conflito de interesses. Se conseguirem faze-lo em conjunto, óptimo. Se não, acho que neste tipo de situações o final será sempre a ruptura ou a infidelidade.

(17) comments

sexta-feira, julho 08, 2005

WELCOME TO PARADISE: Perivolas hotel [Santorini, Grecia] 







Perivolas Hotel


Toda a informação sobre a ilha de SANTORINI aqui.


Dica:
Para ir até Santorini, deixo aqui os sites da TAP e da OLIMPYC-AIRWAYS. Pois terão de apanhar o voo da TAP até Roma e aí os voos da OLIMPYC até Atenas e Santorini.

ENJOY!

(22) comments

quarta-feira, julho 06, 2005

quem está aí? 


(13) comments

segunda-feira, julho 04, 2005

Revelação 




Recentemente passei por um desgosto imensurável, a partida dum querido. A dor transportou-me/despertou-me para um estadio onde toda a natureza irradiava luz. Intuia a sua existência por toda a parte.
Sucumbindo ao observado, logo me apercebi que tudo o que me rodeava era produto daquilo que eu era e vice-versa. De que algo que desconhecia me estava a ser revelado.
Tive a percepção do: UNO.

Sensível a um novo conhecimento, iniciei uma viagem sem regresso, uma procura na espiritualidade da génese, do porquê.

Fazemos parte dum Universo, Cosmos ou Deus, como queiramos chamar, dum todo sem inicio nem fim. Só nos é possível ter esta percepção se nos abstrairmos das nossas referências de espaço e tempo, bem como dos nossos 5 sentidos que constantemente recorremos para provar a existência das coisas, incluindo a nossa.
Metaforicamente somos um mar [amor] que depois de batido divide-se em mil partículas [nós] regressando posteriormente ao mar [morte].
Daí termos sempre esta necessidade de dar amor, de encontrar o amor, de receber amor. De passarmos a vida a querer juntar-nos, através de laços familiares, amigos, amorosos e até de ódio ( não mais do que amor mal gerido). Porque pertencemos a um denominador comum.

Tentamos regressar às origens que intuímos mas desconhecemos: O AMOR ABSOLUTO E UNIVERSAL.

Com a morte do nosso corpo passamos ao nosso estádio mais puro, temos a percepção do total, do universal e do infinito. Adquirimos o conhecimento supremo. Por isso desengane-se quem pensa que vamos encontrar A, B ou C, ou vamos ter uma outra vida num mundo paralelo (paraíso ou inferno).
Quando morremos, voltamos a ser luz. Já não há individualidade, mas totalidade.
E termina a procura do AMOR/DEUS pois não é mais do que o nosso reflexo. Não existe um Deus fora de nós. Nós somos DEUS, nós somos AMOR UNIVERSAL.

Apenas não nos é possível conhecer o porquê da vida física. Tendo em conta que não nos desintegramos do UNO, porque é que incorporamos este estadio de ignorância?
Porquê, a existência dos diversos estádios, neste DEVIR de Descartes?
Resposta? Talvez um dia... Depois da nossa morte, de certeza.


Este texto é da minha autoria. Não passa duma opinião pessoal e dedico-o ao meu pai e ao meu para sempre querido R.

(12) comments

sexta-feira, julho 01, 2005

Nunca mais me esquecerei... 

... desta musica.


Foto de Jennifer Shaw


Dead can Dance

"host of seraphin"

[Top]