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Do mal o menos

domingo, julho 31, 2005

Na parede: 

Terry Rodgers is an internationally recognized artist who has worked and lived in Massachusetts, Washington, DC, and Ohio.



Rodgers is an accomplished painter with a striking mastery of light and transitions as is evidenced by his current body of work. This work focuses on the life of upper middle class Americans, seemingly adrift in affluence and casualness, unsatisfied and disconnected. Nonetheless, Rodgers's work remains firmly rooted in life class drawing, necessitating the use of, and contact with, human models. Rodgers asks friends, acquaintances, professional models, and, sometimes, total strangers, to pose for him in a photography session. He then builds a scenario in a painting by pulling together elements from a wide array of photographs.


















The resulting images are not snapshots or slices of life, not verite records of actual moments in actual families or party situations, or diaristic records of his family life, but carefully constructed and composited fictions, designed to elicit the most meaning and sustain the maximum amount of ambiguity.

Site oficial



a ouvir: nouvelle vague - "too drunk to fuck" [daqui]

Comments:
{ ...

{ ... (underlined tree) ... }
{ ... (underlined body) ... }

ora aqui está um bom post

!!bravo...

:)

... }
 
É uma pintura muito realista...e sugestiva. Como a música :-)
P.S.- As fotos são minhas, sim
Beijinho, boa semana
 
Um conceito interessante como reflexivo da sociedade média alta, mas não sei se o Coroneu poria algum em casa ;)
 
obrigado pela informação do site oficial, e parabens pelo post;
 
Magnífico post e da música nem se fala!!!
Fantástico!
Mais um artista que descobri.
A letra da música é de partir, os nouvelle vague, soooorrry nunca tinha ouvido. são demais!!!
 
excelente post. excelente música.
the american way of life...
 
Lindo post... no limite entre o glamour e a sensualidade... e o choque de formas perfeitas!
Parabens pelo bom gosto...
Beijo
 
este post deveria ser do pintado de fresco, a nata da sociedade está lá toda, lol...

obrigado pelo destaque, e um beijinho para ti
 
Um genero diferente, sem deixar de demonstrar qualidade. Apenas para um local descontraido e pessoal, decoração geral tenho bastantes duvidas. A musica sem duvida(também não conhecia).
 
Não conhecia o artista. é um estilo bastante arrojado e que não fica bem em qualquer lado... mas é muito bom disso não restam dúvidas
 
O Coroneu esqueceu-se de comentar a excelente música! Uma escolha genial para este post! (alguém te fez uma provocação lá no blog do Coroneu:))
 
que conservadores que nós somos! então ninguem punha um quadro destes na sua casa? e a musica ouviam? :)
 
eis um tipo de pintura, supostamente arte, que nada me diz.
essas transposições para a(s) tela(s) da superficialidade do todos belos e ricos e meio nús...
se esse é um objectivo que dizer?
boa sorte!
 
é um privilégio ter de algum modo contribuido para este post
belíssimo
 
é muito curioso este post

agrada-me

claro que as imagens ilustram situações de dandismo fútil, quase pérfido
assumidamente
como um morango envolto em icing sugar a ser observado por um diabético
não leva a nada a não ser à destruição
mas prende os olhos
é um abismo
atraente

esta música é uma versão
o original pode ser ouvido aqui

para quem não tiver paciência para ir ouvir
o original é uma música punk desprovida de qualquer glamour
capaz de inspirar algum asco
pérfida

e é curioso como se encontram os ricos e os pobres
na destruição
e não na construção

gosto muito deste post
por ser humano
a arte não está obrigada a mostrar ideais
os corpos nus podem ser bonitos
sem que isso seja reprovável


desculpa trintapermanente por ter irrompido assim pelo teu blog
 
Conservador?
Nada..não so punha o quadro na sala, como no quarto...até ponderava na casa de banho...
 
Gosto mto da musica...dos quadros, bem, são engraçados mas n era nada do que eu colocaria em casa
 
Fantástico!
 
só mais uma achega

há um livro chamado
"menos que zero" do Bret Easton Ellis

estes quadros parecem feitos para ilustrar o livro

é um retrato cru da juventude rica de los angeles nos anos 80
escrito na primeira pessoa
 
Os quadros são fantásticos e a música excelente (vale a pena ouvir o álbum)... Ambos em sintonia!!! Post 5 *****
 
O Pedro Pinto tem razão. Conheço o livro do Ellis (que também escreveu o American Psycho). O homem (ou os seus personagens) parece obcecado por tudo o que seja marca de luxo e pela vida na alta sociedade americana
P.S.- Tenho esse cd dos Nouvelle Vague e tem lá outras coisas também muito audíveis. Calculei que gostasses desse género, são muito bossa-nova :-)
Beijinho
 
Adorei!

Vou agora mergulhar nas ondas do site oficial.... se não voltar de lá, não chamem por mim!
 
Simplesmente magnífico... Não tenho comentado aqui por preguiça ou esquecimento, fruto do calor que se sente, mas não resisti a comentar este lindo post, muito bem escolhido sem dúvida. A arte é um estado de alma que alguns terão, conseguindo fazê-la com tamanha realidade que ainda a torna mais bela...

Beijos painting
http://ababushka.blogs.sapo.pt/
 
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