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Do mal o menos

domingo, setembro 18, 2005

Vale a pena ser infiel? 



Analisemos os diversos casos;

Solteiro “papa todas”. Não é fiel a nenhuma. Não se fixa em nenhuma. Tem uma trabalheira em arranjar engates sem consequência. Fala mais do que “come”. Mais vale pagar;

Comprometido ou mais concretamente, prometido. Já escolheu com quem casar, mas vai adiando esta decisão. Deseja continuar livre para novas experiências. Nunca será feliz no casamento. A escolhida, afinal, é certa porquê?

Amancebado. O que vive eternamente junto, não querendo casar por achar que nada dura para sempre. Mantém um pé fora e outro dentro, não lhe vá surgir outra oportunidade. Quando um dia esta lhe surge, acaba por reagir como se estivesse casado. Hesitando na mudança. E a sua teoria vai pelo ralo;

Casado. Já com a vida estabilizada, procura na aventura extraconjugal a paixão que tanto sente a falta. Como não abdica da vida que construiu, vive estas aventuras paralelas ao seu casamento. Não consegue nunca vive-las em pleno e harmonia.
O que lhe faz falta, vai continuar a fazer;

Divorciado "com rabo preso". Está separado mas ainda mantém uma relação muito estreita com a ex. Com a desculpa dos filhos, condiciona, se não prejudica a relação actual. No fundo mantem uma relação paralela. Quase se poderá chamar uma infedilidade consentida. Muito dificil de ser gerida pela actual companheira se esta tiver um conceito diferente do que é aceitavel para ele.

Existem ainda os casos que me abstenho de comentar, tais como:

Grunho. O que não tem determinadas praticas com a sua mulher e como tal tem que procurar outras gajas/ tipas;

Putanheiro. O que vai às putas só para ajavardar;

Macho (mas pouco). Vive com mulheres mas gosta de variar com homens. Ops! isto não era para assumir;

Swingers, menages e bacanas. Pontualmente tornam-se outras pessoas. Revelam um outro EU. Ou seja, não são bem eles, são outras pessoas fora das suas vidas.

Afinal em que casos é que é preferível a infidelidade??????

Comments:
bem e os cornos?
 
Olha não sei, venha o diabo e escolha.
Um beijo do pai
 
não sei em que categoria me insiro. deves ter de criar uma para mim...eu escolhi três mulheres com que hipoteticamente poderia casar. escolhi o mês: Agosto. chegado a Julho tentei escolher uma das três. impossível decidir-me.
resultado: continuo divorciado.
 
Eu sei uma para acrescentar: o que não f... nem sai de cima!!
Beijos da mãe
 
Ainda estou a pastar... 1º Aniversário da Manjedoura...
Fica bem...
bjs
 
para mim já saía uma cervejinha fresquinha enquanto espero a table dance!

Não vale a pena ser infiel, o que enche a vida é a paixão e a intensidade da mesma a dois ou sózinho, ou mesmo no plural, cada um vive como pode e gosta, o importante é não enganar os outros nem causar sofrimentos estupidos, e não é a queca por fora que te faz ser mais feliz.
 
Ser infiel, é uma forma primária de cobardia. Não é so por medo, é também por estupidez e burrice.
Já agora, vê lá se abres uma categoria para o homem normal, que pura e simplesmente É FIEL, porque é assim que se sente homem, junto da mulher de que gosta, sem medos nem inseguranças.
Bjx
 
Ao ler o comentário do João, senti que ainda existem homens " normais" ;). Infidelidade é o fim. Simplesmente isso...
 
Por um acaso vim parar ao teu espaço e aprendi, gostei e voltarei.
bjs
 
Parece-me um pouco redutor analizar as coisas de forma tao estereotipada e generalista,enfim! cada um teu mesmo o direito de opiniao....
 
e se a infedilidade mais não for que uma inadaptação a uam pessoa ou a uma vida? as vezes ser infiel não é sinónimo de ser o ser mais vil do mundo, muitas das vezes também passa por ser vitima...
 
Infidelidade é a mais vergonhosa forma de manipular os sentimentos dos outros. Pela frente "vai andando", pelas costas "eu vou andando"... Volto a concordar com o post do
João e os homens que se entregam a um amor verdadeiro e respeitam uma mulher até ao final da relação (mesmo que as vezes ela não tenha integridade que o mereça). Nas outras categorias há de tudo como na farmacia... Uns melhores outros piores, cada um segue o seu caminho, acho que para alem de tudo há que respeitar sentimentos e pessoas.
 
Gostei da visão da "coisa"...
A infidelidade é coisa séria, quem nela cai, não cai de ânimo leve, penso eu....
E não quer dizer que não se seja "normal", até porque o conceito de normalidade é muito subjectivo.
Apenas porque talvez o outro não esteja atento a determinadas necessidades, que até podem não ser físicas, e por qualquer razão descurou a relação, procurando o outro um refúgio...
O melhor mesmo é falar...uma relação vive se as pessoas nela intervinientes não tiverem receios de falar, expressar os seu medos, receios infundados até, quem sabe...
Voltarei!
 
Fico-me pelo título. Ser infiel nada tem a ver com o "valer a pena"! Ser fiel ou ser infiel depende , sempre, daquilo que queres ser! Eu "não sou infiel" porque, simplesmente, "não quero ser infiel"! Valerá a pena? Valeria a pena? São duas perguntas cuja resposta já faz parte daquilo que sou. Não tenho necessidade de a experienciar de novo! Sou fiel porque amo! E o amor "diz-me" que "eu não quero ser infiel"!
 
Não sei qual delas a pior ou a melhor infidelidade. Imagino que às vezes seja muito difícil "ver" a vida que se tem.
Acho que temos de ser fiéis a nós próprios e assim presumo que seremos com todos.
Beijinhos
 
É um tema muito complicado e causador de muitas mágoas ódios e afins..Basicamente os mortais são infieis porque estruturalmente são uma desgraça. Cobiçam!
 
Mau mau, o Coroneu está a ver neste post demasiados complexos e preconceitos que não são normais por aqui... O que se passa, hum Trinta? Bjs
 
Sê tu próprio, acho que é um bom lema... O que é preferível mesmo é ser verdadeiro...
 
Acho que descreveste muito bem o tema e os seus variados "distendimentos"...

Há de tudo [quase como na farmácia, ou no Continente (passo a publicidade)] e cada um deve fazer aquilo que melhor achar, mesmo na fidelidade ou na sua ausência!
 
Como alguem já disse aqui, e que tal ser-se fiel... isso sim é de homem!
 
Na infidelidade o respeito é faltado a nós proprios, nem mais...isso depois pága-se.
Ser fiel não custa nada...simplesmente amar...
 
As ideias andam no ar, por esta blogosfera. Já é o 3º blog a falar no mesmo, tirando o meu.

Gostei dos teus tipos de Infieis e acho que estão correctos.

É muito fácil engatar uma mulher nova todas as noites. O dificil é engatar a mesma uma vida inteira.

E é pena que ainda haja Grunhos, porque uma forma de respeitar a mulher e fazer-lhe tudo o que ela tem direito e gosta.
 
Infelizmente é fácil catalogar muitas infidelidades... Mas será assim tão simples catalogar todas?
Porque no fim, cada ser humano tem o seu perfil próprio.
Muitos olhos azuis não fazem uma mesma personalidade... apenas uma imensidão de pessoas que têm em comum olhos azuis...
 
A infidelidade é das poucas coisas que não tolero! Não sou e exigo que não o sejam, em relação a mim. Penso que mais simples, não há.
 
pode haver mtas razões para a infidelidade, m gostava de pegar em algo q o Gentleman disse:

"e se a infedilidade mais não for que uma inadaptação a uam pessoa ou a uma vida? as vezes ser infiel não é sinónimo de ser o ser mais vil do mundo, muitas das vezes também passa por ser vitima..."

Eu penso que na vida devemos ser fiéis a nós próprios como outrém aqui disse e a verdade é q evoluímos, mudamos tal como a pessoa com quem partilhamos a nossa vida. Negar isso, é negarmo-nos a nós próprios e ao outro e ao próprio equilíbrio de mudança da Natureza Humana.

Ora, tendo isto por base, significa que no nosso verdadeiro exercício da liberdade, podemos mudar de opção e se a opção inicial foi ser fiel a uma pessoa, deve-se respeitar. Porém, se no exercício da liberdade individual se achar que o rumo deve ser outro, acho que deve-se expor a situação e o outro livremente decidirá qual a sua posição.

Acontece que muitas vezes, as relações são puras dependências (no mau sentido) ou hábitos instalados. Quero esclarecer que não sou adepto de se fazer tudo o que se quer quando quer e hj caso-me contigo, amanhã divorcio-me, hoje engato outra, dps o q me apetecer.

Falo que as pessoas evoluem, e as suas opções de vida também têm direito a mudar. Eu não posso prometer que daqui a 20 ou 50 anos vou ser como sou, porque estaria a
mentir.

Desculpem ... a extensão da opinião.
 
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